Acusado de latrocínio contra funcionária de lotérica em Ibotirama, em 2008, é condenado a 23 anos de prisão

Outro envolvido no processo foi absolvido por falta de provas robustas.

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Mulher trabalhava em casa lotérica do centro da cidade. (Foto: Gazeta 5)
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A Vara Crime de Ibotirama condenou a 23 anos de prisão, em regime fechado, Carlos de Castro Magalhães, acusado de ter matado a funcionária de uma casa lotérica, no centro da cidade, para roubar a quantia de R$ 50 mil.

O latrocínio aconteceu no dia 13 de março de 2008, na Avenida Ex-Combatente, enquanto a vítima voltava do Banco do Brasil. O dinheiro estava em uma bolsa e serviria para fazer o pagamento das pessoas que aguardavam na fila da lotérica, há poucos metros do banco.

Com a arma em punho, Carlos roubou o dinheiro da vítima, atirou contra a cabeça dela e tentou fugir. Na fuga, ele deu de cara com uma viatura policial e chegou a disparar contra os agentes, entretanto foi alcançado e preso em flagrante.

Ainda segundo a sentença, Cleiton Ribeira da Silva, um então mototaxista que teve o nome envolvido no processo, foi absolvido das acusações por ausência de prova robusta. Um terceiro suspeito, identificado como Valdemir, que seria o mandante, nunca foi encontrado.

Em 2008, pela natureza, o horário e o local em que foi cometido, o crime comoveu a população de Ibotirama. O latrocínio aconteceu à luz do dia, na avenida mais movimentada da cidade.

À época, Edneide Pereira do Vale, a vítima, como o próprio processo descreve, era responsável por cuidar da saúde dos pais, já idosos. A ausência dela causou uma perda irreparável à família.


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