Diretor médico do Hospital Regional de Ibotirama rebate acusações contra unidade

Segundo ele, as informações veiculadas a respeito do caso envolvendo a paciente Ângela Santos não são verdadeiras.

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No comunicado, a informação é de que os casos de emergência seriam atendidos. (Foto: Gazeta 5)
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O diretor médico do Hospital Regional de Ibotirama, Dr. Marcos Valério, afirmou, na tarde deste sábado (05), que as informações veiculadas a respeito do caso envolvendo a paciente Ângela Santos (Relembre aqui) não são verdadeiras.

Em entrevista ao site Gazeta 5, por telefone, ele refutou a versão divulgada sobre a situação e afirmou que todos os esforços possíveis para prestar o melhor atendimento à paciente foram feitos pelo HRI.

O médico esclareceu que há normas que regulamentam a transferência de doentes entre unidades hospitalares. Conforme a explicação, o encaminhamento de pacientes a outros hospitais depende de liberação de vaga pela central de regulação da SESAB.

Dr. Marcos Valério afirmou que foi feito o pedido para a paciente em questão, mas não houve liberação. De acordo com o diretor, não se tratava de uma ambulância em si, porém, além da regulação, seria necessário que o hospital para onde a paciente seria levada autorizasse a vaga.

O diretor médico, que elogiou a parceria entre o município e o hospital, descreveu o caso como grave e disse se tratar de uma situação irreversível,  mesmo havendo transferência. Segundo ele, conforme a avaliação médica, além do feto, a mãe também corria risco de morte.

Ângela Santos Chartinez necessitou receber transfusão de sangue, mas, segundo boletim médico, passa bem. Ela  continua internada no Hospital Regional de Ibotirama. A previsão de alta é para amanhã (06).