Greve dos médicos do Hospital Regional de Ibotirama não tem previsão de término

Atendimentos de urgência, de emergência e assistência aos leitos continuam mantidos.

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Emergência do Hospital Regional de Ibotirama. (Foto: Gazeta 5)

Diferente do que foi divulgado pelo Gazeta 5 na noite de ontem (10), a greve dos médicos do Hospital Regional de Ibotirama não tem data para acabar. Novas informações foram obtidas pelo site na manhã desta sexta-feira (11).

Conforme apurado, 13 médicos estão sem pagamentos há mais de três meses. Entre as especialidades estariam cardiologia, ortopedia, ultrassonografia, cirurgia geral etc.

A suspensão dos serviços atinge apenas consultas e procedimentos eletivos, aqueles que são marcados antecipadamente. A assistência aos casos de urgência e emergência, assim como a pacientes internados, continua acontecendo.

Pela manhã, o Gazeta 5 confirmou que havia atendimento médico nas enfermarias e plantonista na emergência, que atenderia situações avaliadas como graves.

De acordo com uma fonte, 24 atendimentos emergenciais, incluindo cirurgia, já foram realizados desde quando começou a paralisação. Toda a equipe está de sobreaviso para eventuais necessidades.

Representados, os médicos fazem questão de afirmar que a paralisação não tem cunho político. Além disso, eles ressaltam que a empresa empregadora é idônea e tem mantido o diálogo.

 A justificativa para o atraso nos pagamentos, conforme a empresa, é a falta do repasse de verba pelo governo. No entanto, por meio de nota, a Sesab informou que repassou em setembro o valor de R$ 1,3 milhões.

Por volta das 10h, os pacientes que buscaram fichas na recepção do hospital foram orientados a procurar atendimento nas unidades básicas de saúde. No mesmo horário, todas as cadeiras da emergência estavam vazias, assim como não havia ninguém na área externa da unidade.

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