Nota Pública: Família de médico assassinado em Barra clama por apoio de autoridades para elucidação do crime

0
Foto: Reprodução
Publicidade

A família do médico Júlio César de Queiroz Teixeira, assassinado enquanto atendia uma criança em uma clínica do município de Barra, na região Oeste, tem clamado às autoridades policiais e políticas do estado para que o caso não fique sem solução. O crime completa um mês no próximo dia 23 de outubro.

De acordo com a nota pública emitida pelos familiares, o autor dos disparos e outros três envolvidos estão presos.  No entanto, Diego Santos da Silva (Diego Cigano), apontado como contratante, continua foragido. Um mandado de prisão temporária foi expedido contra ele em 29 de setembro.

“O fato de o mandante do crime seguir em liberdade, circulando nas sombras, sem qualquer restrição, tem nos deixado em constante estado de alerta e sentimento de impunidade”, afirma um dos familiares.

Recompensa é de R$ 30 mil pelo paradeiro do mandante. (Foto: Reprodução)

Eles também lembram das circunstâncias do assassinato, que aconteceu à luz do dia, no local de trabalho do médico, em meio a outras pessoas, inclusive crianças, e diz que o fato gera uma sensação de insegurança coletiva.

A família de Júlio César diz que reitera a confiança no trabalho desempenhado pela equipe da Polícia Civil, que está à frente do caso sob coordenação dos delegados Jenivaldo Rodrigues, da Delegacia Territorial de Barra, e Ernandes Reis dos Santos, coordenador do 14º Coorpin/Irecê. Em poucos dias, o órgão conseguiu encontrar, apreender e interrogar o executor e suspeitos de participação no crime.

Mesmo assim, segunda a nota, a estrutura disponibilizada teria chegado ao limite para que a investigação avance. Em razão disso, o clamor é para que mais esforços sejam empreendidos, a exemplo da criação de uma força-tarefa com estrutura adequada, para elucidar o crime bárbaro contra o médico.